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What you see is what you get.

wiseagent

Published: 02 Aug 2026 › Updated: 02 Aug 2026What you see is what you get.

What you see is what you get.

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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BBC

Talking about any political issues in a country as sharply polarized as Brazil has become is truly an increasingly difficult (and more dangerous, on countless levels) task. Everywhere (so to speak), there are people talking about it, especially during election years, when the presidential race is at the center of everyone's attention. However, the real issue is not talking about the subject itself... But how to talk about it.

Earlier today, at the supermarket, I had the displeasure of witnessing yet another recent example (among so many others I've already seen) in which some people were arguing (literally, with raised voices) about food prices while also placing political parties and their representatives into the same "equation". This reminded me of how harmful the game of political persuasion is that these very same people allow themselves to be drawn into.

Quite literally, they innocently seem to believe that the politicians they vote for will genuinely fight for all of their interests, as if they embodied the highest form of altruism. As shameful as this scenario is, it is also sad because these people are manipulated and "shaped" according to the interests of each political party. Even worse is the increasing polarization, which "fuels" pointless conflicts between opposing sides.

Whether due to a lack of access to information, neglect (or a lack) of knowledge, or even some kind of excessive goodwill, these people simply see what is "sold" to them, without questioning what lies at the heart of the problem. They say that every government reflects the kind of society a country has, and I cannot deny that, here in Brazil, this idea is entirely applicable (especially considering the political history that governs this entire scenario).


Lo que ves es lo que consigues.

Hablar sobre cualesquiera que sean los aspectos políticos en un país tan espinosamente polarizado como Brasil realmente ha sido una tarea cada vez más ardua (y más peligrosa, en innumerables niveles). En todas partes (por así decirlo) hay personas hablando de ello, principalmente en un año electoral, cuando la carrera presidencial está en el centro de toda la atención. Sin embargo, la gran cuestión no es hablar sobre este tema... Sino cómo hablar de él.

Hoy más temprano, en el supermercado, tuve el desagrado de ver otro ejemplo reciente (entre tantos otros ya vistos en diferentes situaciones) en el que algunas personas estaban discutiendo (literalmente, con la voz exaltada) sobre los precios de los alimentos y, al mismo tiempo, poniendo también en la misma “ecuación” a los partidos políticos y a sus representantes. Eso me hizo recordar lo nocivo que es el juego de la persuasión política por el que esas mismas personas se dejan llevar.

Literalmente, ellas parecen creer inocentemente que los políticos por los que votan realmente lucharán por todos sus intereses, como si representaran la máxima figura del altruismo. Al mismo tiempo que este escenario es vergonzoso, también es triste porque esas personas son manipuladas y “moldeadas” de acuerdo con los intereses de cada partido político. Peor aún es polarizar (todavía más) los bandos, “alimentando” guerras mutuas que son inútiles.

Ya sea por falta de acceso a la información, negligencia (o falta) de conocimiento o incluso por algún tipo de buena voluntad exacerbada, esas personas simplemente ven lo que se les “vende”, sin cuestionar lo que hay detrás del problema. Dicen que cada gobierno refleja el tipo de sociedad que tiene un país, y no puedo negar que aquí en Brasil ese es un pensamiento totalmente aplicable (incluso por la historia política que controla todo este escenario).


O que você vê é o que você consegue.

Falar sobre quaisquer que sejam os aspectos políticos em um país que é tão espinhosamente polarizado como o Brasil realmente tem sido uma tarefa cada vez mais árdua (e mais perigosa, em inúmeras camadas). Em todos os lugares (por assim dizer) há pessoas falando sobre isso, principalmente em ano eleitoral onde é a corrida presidencial que está no centro de todas as atenções. No entanto, a grande questão não é falar sobre esse assunto... Mas como falar sobre ele.

Hoje mais cedo no supermercado, eu tive o desprazer de ver mais um exemplo recente (dentre tantos outros já vistos em situações) onde algumas pessoas estavam discutindo (literalmente, com suas vozes exaltadas) sobre os preços dos alimentos, e ao mesmo tempo, colocando também na mesma “equação” os partidos políticos e os seus representantes. Isso me fez lembrar sobre o quão nocivo é o jogo de persuasão política ao qual essas mesmas pessoas se deixam levar.

Literalmente, elas inocentemente parecem acreditar que os políticos nos quais elas votam realmente lutarão por todos os interesses delas, como se eles representassem a figura máxima do altruísmo. Ao mesmo tempo que esse cenário é vergonhoso, ele também é triste porque essas pessoas são manipuladas e “moldadas” de acordo com os interesses de cada partido político. Pior do que isso é polarizar (ainda mais) os lados, “alimentando” guerras mútuas que são inúteis.

Seja falta de acesso à informação, negligenciamento (ou falta) de conhecimento ou até mesmo por algum tipo de boa vontade exacerbada, essas pessoas simplesmente veem o que é “vendido” para elas, sem questionar o que está diante do problema. Dizem que cada governo reflete o tipo de sociedade que um país tem, e eu não posso negar que aqui no Brasil, esse é um pensamento totalmente aplicável (até mesmo pelo histórico político que controla todo esse cenário).

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