Reshaping some memories.
This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Listening to old songs is one of my “strategies” for being able (somehow, at least in theory) to “reshape” certain memories. There are times when I can do this through movies, but for this more specific purpose, I feel that the power of music is more effective because it takes me more easily (and more quickly) to the memories I want to revisit (even though it is not always intentional, since some memories simply “reappear”). This is not always a pre-planned exercise, especially when I decide to listen to music on shuffle.
Although it is obvious that we cannot change memories (because once memories are formed, they are internalized in our minds forever), I think we can at least redefine what they represent to us by viewing them from a different perspective. Perhaps I think this way because going back to the past through certain songs gives me what I am looking for, from a point of view different from the one I had at some other moment. Through words alone, this may even seem confusing to understand, but in practice, it makes perfect sense. Have you ever tried doing something similar?
Why old songs (you may be wondering)? I simply feel that music from past decades brings me the comfort I need to reflect on the essence of this entire psychological process (which ultimately has a great impact on our behavior). I also believe that because older songs (not all of them, of course) tend to be more meaningful and much more significant (at least for the most part), the “process” of reshaping certain memories becomes more effective because the connections are easier to create. There is soul in this specific act.
Every form of art gives us the opportunity to see the same memories from different angles, but music is a “tool” that provides faster access (so to speak). Perhaps, depending on the context being discussed, this mechanism could even be considered a kind of “mental trick”, but I like to nurture everything that brings me something positive. The combination of music and memories is natural, as is the movement between the two. I know that everything is a matter of perspective, and precisely because it is something personal, it does not leave much room for debate.
Remodelando algunos recuerdos.
Escuchar canciones antiguas es una de mis “estrategias” para lograr (de alguna manera, al menos en el plano teórico) “remodelar” algunos recuerdos. Hay momentos en los que consigo hacerlo a través de películas, pero para este propósito más específico, siento que el poder de la música es más eficaz porque me hace viajar con más facilidad (y más rápido) hacia los recuerdos que quiero revisitar (aunque no siempre sea algo intencional, porque algunos recuerdos simplemente “reaparecen”). No siempre es un ejercicio previamente establecido, sobre todo cuando decido escuchar música en modo aleatorio.
Aunque es obvio que no podemos cambiar los recuerdos (porque una vez construidos, quedan interiorizados en nuestra mente para toda la eternidad), creo que al menos podemos resignificar lo que representan para nosotros desde otra percepción. Tal vez piense así porque volver al pasado al son de algunas canciones me brinda lo que estoy buscando, desde un punto de vista diferente al que ya había considerado en otro momento. Solo con palabras, esto puede incluso parecer algo confuso de comprender, pero en la práctica tiene mucho sentido. ¿Alguna vez has intentado hacer algo parecido?
¿Por qué canciones antiguas (quizás se estén preguntando)? Simplemente siento que la música de otras décadas me brinda el consuelo necesario para hacerme reflexionar, en la esencia de toda esta acción psicológica (que termina teniendo un gran impacto en nuestras acciones conductuales). Además, creo que el hecho de que las canciones más antiguas (no todas, por supuesto) sean más significativas y mucho más relevantes (al menos en su mayoría) hace que el “proceso” de remodelar algunos recuerdos sea más eficiente porque las conexiones son más fáciles de crear. Hay alma en esa acción específica.
Todo tipo de arte nos da la oportunidad de ver los mismos recuerdos desde diferentes ángulos, pero la música es una “herramienta” de acceso más rápido (por así decirlo). Tal vez, dependiendo del contexto que se esté discutiendo, este mecanismo pueda incluso considerarse una especie de “truco mental”, pero me gusta alimentar todo aquello que me aporta algo positivo. La combinación que forman la música y los recuerdos es natural, así como la navegación entre ambos lados. Sé que todo es una cuestión de perspectiva y, precisamente por ser algo personal, no admite muchos debates.
Remodelando algumas memórias.
Ouvir músicas antigas é uma das minhas “estratégias” para conseguir (de alguma maneira, ao menos no campo teórico) “remodelar” algumas memórias. Há momentos em que eu consigo fazer isso através de filmes, mas para este fim mais específico, eu sinto que o poder da música é mais eficiente por me fazer viajar mais fácil (e mais rápido) até as memórias que eu quero revisitar (ainda que nem sempre seja algo intencional, porque algumas memórias apenas “reaparecem”). Nem sempre esse é um exercício pré-estabelecido, principalmente quando eu decido ouvir músicas no modo aleatório.
Embora seja óbvio que não conseguimos mudar lembranças (porque memórias uma vez construídas, são internalizadas em nossas mentes pela eternidade), eu acho que conseguimos ao menos ressignificar o que elas nos representam com uma outra percepção sobre elas. Talvez, eu pense assim porque voltar ao passado ao som de algumas músicas me traz o que eu estou buscando, dentro de um ponto de vista diferente do que eu já havia pensado em algum outro momento. Através de palavras apenas isso pode até parecer algo confuso de ser compreendido, mas na prática, faz muito sentido. Você já tentou fazer algo parecido?
Por que músicas antigas (talvez vocês estejam se perguntando)? Eu apenas sinto que as músicas de outras décadas me trazem o conforto necessário para me fazer refletir, na essência de toda essa ação psicológica (que acaba tendo muito impacto em nossas ações comportamentais). Também, acredito que pelo fato das músicas mais antigas (não todas, é claro) serem mais significativas e muito mais relevantes (ao menos na sua maioria), o “processo” de remodelar algumas memórias se torne mais eficiente porque as conexões são mais fáceis de serem criadas. Há alma nessa ação específica.
Todo tipo de arte nos dá uma chance de enxergar as mesmas memórias através de diferentes ângulos, mas a música é uma “ferramenta” de acesso mais rápido (por assim dizer). Talvez, a depender do contexto que esteja sendo discutido, esse mecanismo pode até ser considerado uma espécie de “truque mental”, mas eu gosto de alimentar tudo o que me traz algo de positivo. O combo que é formado por músicas e memórias é natural, assim como a navegação entre ambos os lados. Eu sei que tudo é uma questão de perspectiva, e justamente por ser algo pessoal não admite muitos debates.
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