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Have you been reading properly?

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Published: 30 Jul 2026 › Updated: 30 Jul 2026Have you been reading properly?

Have you been reading properly?

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Nathanpa

Contrary to what many people may still imagine, we (human beings) are not able to read only with our eyes, but also (and mainly) with our brains. At times, for one reason or another, we need to prioritize what is called speed reading (which naturally makes us read quite fast, and that's why it was "baptized" with that name, by the way), but even if we understand what is being read, we need to consider what each type of content "demands" from us in that particular moment. It is not a matter of perspective, but rather a matter of necessity.

Once we prioritize speed over comprehension, we certainly put ourselves in a position of loss, where immersing ourselves in that specific reading ends up (almost always) becoming a harmful act compared to what should actually have been done. I think the pleasure of reading certainly comes from the need to journey through other realities, allowing us to see different understandings of the same world (in general), and also from the thirst to acquire knowledge through the words written by other people... How do you do it?

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Medium

From my own experience, I can say that if what I am reading is something that is truly important to me, I prioritize my way of reading by pacing the pages according to what my brain is able to absorb. My eyes are the gateway through which the words enter, but it is in my brain that they are processed and make me fully grasp everything I am reading on those pages (whether they are digital or physical). Fast reading easily distracts me, and so I naturally force myself to read everything again (at least until I have the clear feeling that I have read everything correctly).

If my reading speed becomes too fast, it is as if my brain sends me a "speeding” warning, as though I were violating a traffic law. I like making this analogy because it conveys very well how I feel whenever I am reading too quickly. As mentioned earlier, it is always necessary to consider what type of reading we are doing, but even so, reading with the brain is an indispensable act for anyone who truly wants to read (beyond what the eyes alone can make us see). Have you ever thought about that?


¿Has estado leyendo correctamente?

Al contrario de lo que muchas personas aún pueden imaginar, nosotros (los seres humanos) no conseguimos leer solo con nuestros ojos, sino también (y principalmente) con nuestro cérebro. En algunos momentos, por alguna razón, necesitamos priorizar la llamada lectura rápida (lo que naturalmente nos hace leer bastante deprisa, y por eso fue “bautizada” con ese nombre, por cierto), pero aunque entendamos lo que estamos leyendo, es necesario considerar lo que cada tipo de contenido nos “exige” en ese determinado momento. No es una cuestión de perspectiva, sino una cuestión de necesidad.

Una vez que priorizamos la velocidad en lugar de la comprensión, sin duda nos colocamos en una posición de pérdida, donde la inmersión en esa lectura específica termina siendo (casi siempre) un acto perjudicial frente a lo que realmente debería haberse hecho. Pienso que el placer de leer proviene, sin duda, de la necesidad de recorrer otras realidades, haciéndonos ver diferentes comprensiones de un mismo mundo (en términos generales) y también del deseo de adquirir conocimiento a través de las palabras escritas por otras personas... ¿Cómo haces tú eso?

Por experiencia propia, puedo decir que, si lo que estoy leyendo es algo realmente importante para mí, priorizo mi forma de leer administrando las páginas de acuerdo con lo que mi cerebro va logrando asimilar. Mis ojos son la puerta de entrada de las palabras, pero es en mi cerebro donde se procesan y me hacen comprender todo lo que estoy leyendo en esas páginas (ya sean digitales o físicas). La lectura rápida me distrae con facilidad y, entonces, naturalmente me obligo a leerlo todo de nuevo (al menos hasta tener la clara sensación de que lo he leído todo correctamente).

Si mi velocidad de lectura es demasiado rápida, es como si mi cerebro me enviara una advertencia por “exceso de velocidad”, como si estuviera infringiendo alguna ley de tránsito. Me gusta hacer esa analogía porque traduce muy bien cómo me siento siempre que estoy leyendo demasiado rápido. Como ya se mencionó anteriormente, siempre es necesario considerar qué tipo de lectura estamos haciendo, pero aun así, leer con el cerebro es un acto indispensable para quien realmente quiere leer de verdad (más allá de lo que los ojos son capaces de hacernos ver). ¿Alguna vez has pensado en eso?


Você tem lido corretamente?

Ao contrário do que muitas pessoas ainda podem imaginar, nós (seres humanos) não conseguimos ler só com os nossos olhos, mas também (e principalmente) com o nosso cérebro. Em alguns momentos, por alguma razão, nós precisamos priorizar a chamada leitura dinâmica (o que naturalmente nos faz ler bastante rápido, e por isso ela foi “batizada” com esse nome, aliás), mas ainda que entendamos o que está sendo lido, é preciso considerar o que cada tipo de conteúdo nos “exige” naquele determinado episódio. Não é uma questão de perspectiva, mas sim, uma questão de necessidade.

Uma vez que priorizamos a velocidade ao invés da compreensão, certamente nos colocamos em uma posição de perda, onde a imersão dentro daquela leitura específica acaba sendo (quase sempre) se tornando em um ato danoso perante ao que realmente deveria ter sido feito. Eu penso que o prazer de ler certamente vem da necessidade de caminhar por outras realidades, nos fazendo enxergar diferentes compreensões de um mesmo mundo (de maneira geral) e também, a sede pela aquisição de conhecimento através das palavras que são escritas por outras pessoas... Como você faz isso?

Por experiência própria, eu posso dizer que se o que eu estou lendo é algo realmente importante para mim, eu priorizo o meu modo de leitura administrando as páginas, de acordo com o que o meu cérebro vai conseguindo assimilar. Meus olhos são a porta de entrada das palavras, mas é no meu cérebro onde elas são processadas e me fazem comprar tudo o que eu estou lendo naquelas páginas (sejam elas digitais ou físicas). A leitura rápida facilmente me dispersa, e então, eu naturalmente me obrigo a ler tudo novamente (ao menos eu ter a nítida sensação de que eu li tudo corretamente).

Se a minha velocidade de leitura está muito rápida, é como se o meu cérebro me enviasse um alerta com um “excesso de velocidade”, e eu estivesse violando alguma lei de trânsito. Eu gosto de fazer essa analogia, porque ela traduz muito bem como eu sinto sempre que eu estou lendo rápido demais. Como já mencionado anteriormente, é preciso sempre considerar qual é o tipo de leitura que estamos fazendo, mas ainda sim, ler com o cérebro é um ato indispensável para quem realmente quer ler de verdade (para além do que os olhos conseguem nos fazer enxergar). Já pensou sobre isso?

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